FromJC · Atividade no terreno

O tempo de cada equipa, cliente e obra explicado com clareza.

Uma solução simples para quem regista, rigorosa para quem valida e útil para quem gere.

O desafio

Quando as equipas se deslocam, a informação dispersa-se.

Obras diferentes, mudanças durante o dia, falta de rede, registos esquecidos e correções feitas por mensagem tornam difícil responder a uma pergunta básica: onde foi aplicado o tempo da empresa?

Registos dispersosPapel, folhas de cálculo e mensagens sem uma cronologia comum.
Realidade variávelTrabalhadores mudam de obra, cliente ou atividade ao longo da jornada.
Validação difícilResponsáveis precisam de contexto para decidir, corrigir e justificar.
Gestão sem detalheTotais globais não explicam os tempos por obra, equipa e período.

Uma resposta operacional

Três perspetivas. Uma cronologia auditável.

01

Trabalhador

Regista entrada, saída, pausas, mudanças e observações através do telemóvel, mesmo quando a ligação falha.

02

Responsável

Acompanha a equipa, valida jornadas e pode registar em representação quando a operação o exige.

03

Administração

Configura a estrutura, decide situações escaladas e analisa os tempos por colaborador, cliente, obra e período.

Responsável e trabalhador a rever um registo no telemóvel

Responsabilidade sem apagar a realidade

Corrigir não significa reescrever o passado.

O original permanece preservado. A proposta identifica quem a fez, o que mudou e porquê. O trabalhador pode aceitar ou contestar; quando necessário, a decisão é escalada.

  • Autor e titular podem ser pessoas diferentes
  • Correções e decisões ficam auditadas
  • Direito de contestação dentro do prazo
  • Decisão administrativa final quando existe conflito

O que distingue a solução

Desenhada para exceções reais, não apenas para o dia perfeito.

Offline desde a origem

Os registos ficam guardados no dispositivo e são sincronizados sem duplicação quando a ligação regressa.

Registo por representação

Um responsável pode registar vários trabalhadores numa única operação, mantendo autoria e titular separados.

Mobilidade entre obras

Obra principal, locais adicionais e deslocações temporárias convivem sem burocracia diária.

Atividades internas

Armazém, manutenção, carga, formação, reunião e outros tempos não faturáveis também ficam explicados.

Localização proporcional

É recolhida apenas em cada ação, com precisão e distância à obra. Não existe monitorização contínua.

Instalação autónoma

Cada organização tem base de dados, configuração, identidade e evolução próprias.

Informação para decidir

Do registo individual à leitura global.

A gestão pode analisar um intervalo de datas e aprofundar os valores que lhes deram origem, distinguindo informação consolidada de dados ainda sujeitos a decisão.

Por colaboradorRegistado, esperado, saldo e dias sem registo.
Por cliente e obraTempos totais e distribuição das equipas.
Qualidade dos dadosPendentes, retroativos, representação e localização.
CronologiaTempo de trabalho e pausa entre cada ação.

Exemplo de uma jornada

Uma sequência que se compreende sem fazer contas.

Entrada · Obra A4 h 03 min de trabalho
Pausa52 min de pausa
Retoma2 h 30 min de trabalho
Mudança · Assistência técnica1 h 55 min de trabalho
SaídaJornada concluída

Princípios claros

Controlo operacional não é vigilância.

Sem localização contínua

A coordenada contextualiza uma ação; não acompanha a pessoa durante o dia.

Sem saídas inventadas

O sistema pode recordar uma jornada aberta, mas nunca presume a hora em que terminou.

Sem alterações invisíveis

Dados relevantes só mudam através de uma nova decisão auditável.

Implementação acompanhada

Da demonstração à utilização real.

1

Levantamento

Equipas, obras, regras, horários e processo atual.

2

Configuração

Instalação, identidade, utilizadores e estrutura operacional.

3

Piloto

Utilização controlada e recolha de situações reais.

4

Acompanhamento

Ajustes, formação e evolução modular responsável.

Guião para a reunião

Esta solução enquadra-se na sua operação?

Estas perguntas ajudam-nos a perceber o ponto de partida e a configuração adequada.

  • Quantas pessoas trabalham habitualmente no terreno?
  • Quem acompanha e valida cada equipa?
  • Quantos clientes e obras estão normalmente ativos?
  • Como são hoje registadas e corrigidas as horas?
  • Existem mudanças de obra ou jornadas noturnas?
  • Que informação é necessária para gestão, salários ou faturação?
FromJC

Próximo passo

Vamos testar o fluxo com a realidade da sua empresa?

Uma demonstração breve permite avaliar o caminho antes de assumir decisões maiores.

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